Ao longo da história o estado usou seu poder para manter a população sobre seu controle usado diversos métodos: oratória (arte de bem falar) e retórica (arte convencer); persegui seu inimigos políticos e até mesmo matar a população quando discordavam de sua forma de governo, como na China de Mao Tsé-Tung, e impondo até mesmo uma religião oficial do estado.

Já o cristianismo sempre converteu os povos usado sua autoridade através da pregação do evangelho e sobreviveu as perseguições do império romano e de vários inimigos internos e externos que se levantavam contra sua autoridade e civilizou os povos consolidando uma moral que permitiu o progresso da sociedade ocidental.

Observando a vida São Paulo Apostolo: Judeu nascido em Tarso, cidade aberta às influências culturais e às trocas comerciais entre o Oriente e o Ocidente; recebeu educação religiosa tendo por base o Pentateuco e a lei de Moisés; falava e a escrevia em aramaico, hebraico, grego e latim. Antes de se converter ao cristianismo Saulo (Paulo) perseguia os cristão afim de convence-los da suposta fraude pregada por Jesus. Nota-se que São Paulo teve mais êxito como cristão, usando como arma a pregação do evangelho, do que quando era judeu e tinha ao seu lado o poder do estado.

Mas, a que se deve o sucesso de São Paulo com cristão e seu fracasso como judeu e representante do estado? O cristianismo não impõe a conversão a ninguém, apenas prega o evangelho e dá testemunho da pessoa de Jesus Cristo, dando liberdade para as pessoas aderirem ou não. Já o estado, na maioria das vezes, impõem suas ideias sobre a população e em caso de não adesão o estado dispõem de meios para marginalizar os dissidentes.

O estado pinta uma caricatura do cristianismo como se fosse inimigo da sociedade, por criar uma esfera de valores e autoridade que estão fora de seu alcance. Ao invés de se unir aos cristão e criar uma sociedade onde todos possam ser livres para tomarem suas próprias decisões e arcar com as consequências. Diante disso não é difícil nota uma certa inveja do estado com relação a autoridade do cristianismo.

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