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Frágeis palhaços brincando de reis e rainhas no teatro de Deus.
Insignificantes seres apenas dotados de crenças que nos levam a pensar que somos grandes, únicos e importantes.
Formados por vivências que criam o personagem que por hora queremos ser.
Convenientes.
Não somos o que queremos. Somos o que precisamos em tal circunstância.
Tudo em nós não passa de conceitos egoístas.
Julgamos e não aceitamos a verdade sobre nós.
Nos recusamos seguir pelo caminho que nos conduz a nós mesmos.
Sim, hoje acordei revoltada. Chorando. Inconformada.
Talvez porque não consiga me adaptar as estruturas desta sociedade.
Talvez porque não sei quem sou.
Talvez porque sou como todos.
Nossos segredos guardados serão enfim revelados diante do nosso maior temor.
Diante da nossa maior fraqueza.
E eu tão cheia de mim agora me desfaço para ser menos verdade e mais eu;
Menos conceito; menos crenças.
Porque somos nada além de pó, e nascemos para morrer.

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