Todos nós possuímos referências para pautar nossos gostos e objetivos de vida. Isso é assim desde “os primórdios da era da Terra” (eu sei, essa doeu). Sendo assim, os padrões dizem muito a respeito de um indivíduo. Os padrões passam então a ser a régua pela qual julgamos isso ou aquilo.

Na administração, somos instigados a buscar os mais altos padrões. O mesmo ocorre na tradição oriental, no cristianismo (COLOSSENSES 3.2 Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra) e em tantos outros lugares. Menos no Brasil.

Estranhamente, na nação tupiniquim o padrão de qualidade parece ser o mais baixo possível, por este ser mais acessível a todos. Meritocracia? Nem pensar! O “poderia ser pior” ou o “pelo menos temos isso” parecem ser o mais alto nível que o brasileiro consegue imaginar.

Sem altos padrões, não há alto desempenho. Sem alto desempenho, a mediocridade é o resultado obtido. Se obtivermos resultados medíocres, seremos uma nação medíocre.

Por outro lado, se os padrões são elevados, os resultados são elevados. O sucesso é atingido, a nação se torna um país de primeiro mundo. O mesmo vale para as carreiras pessoais.

Onde você quer estar? Entre os medíocres ou os indivíduos com desempenho de alto nível? Quer viver diariamente a remoer a mágoa do fracasso ou quer saborear diariamente o sucesso?

Tenha padrões elevados. Não se conforme em ser mediano. Dê o seu melhor diariamente para não ter do que se lamentar no futuro. Aprimore diariamente os seus padrões.

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