O Brasil atravessa, neste momento, uma das piores crises de sua história.

Os nossos governantes revelam-se fracos e incapazes de representar o povo com sabedoria, com competência e, principalmente, com honestidade. A corrupção avassala a sociedade brasileira e os reflexos estão, cada vez mais, em evidência através dos problemas econômicos e da insatisfação popular. A complexa situação brasileira deságua, em grande parte, no estado-judiciário, que, por sua vez, se encontra mais carregado a cada dia.

É impossível calcular a dimensão da crise, mas, temos a certeza de que apenas a geração atual não será capaz de supera-la, sendo necessário buscar uma luz no fim do túnel, isto é, nas futuras gerações que hoje estão representadas pelo importante segmento da sociedade denominado juventude.

A análise da crise brasileira é complexa e quanto mais se pensa nas soluções, mais situações problemáticas são encontradas. As possíveis soluções acabam se esbarrando ou, até mesmo, criando maior agravamento da crise. Dessa forma, a radicalidade bate na porta e nos leva a pensar que o único caminho possível está na reinvenção do ser humano. Tal reinvenção passa necessariamente pelos jovens, devendo estes assumirem suas respectivas responsabilidades de liderança. Neste contexto, participar da política, ao invés de negá-la, é o melhor caminho.

Ao invés de ficarmos no bar, em casa, nas redes sociais falando mal dos políticos, podemos pensar na possibilidade de que o politico de qualidade que queremos pode estar dentro de nós. Precisamos nos politizar e busca participar, pois, afinal de contas, não há problema em não gostar de política, simplesmente será governado por quem gosta.

“A nossa não mobilização é alegria do Renan, do Collor, do Temer e das demais figuras tenebrosas do país. Não vamos desistir do Brasil!” CAMPOS, Eduardo

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